Vendo um vídeo do glorioso Mauro Cezar Pereira versus João Carlos Albuquerque, o Canalha, discutindo por divergirem de uma opinião controversa do Mauro sobra a sra. Presidenta, a discussão fugiu de controle e,... bem, vejam o vídeo: http://youtu.be/3f76RiHNEh0.
Vivemos hoje uma era de informação acessível, fazendo com que a opinião seja o produto principal da mídia. A sociedade atual admira pessoas com culhões para opinar sobre temas gerais, especialmente os polêmicos, dando assim audiência a tais pessoas.
Mas isso também gera um resultado adverso, um rejeito, quase toxico, que nada mais eh que a falta de tolerância quanto as opiniões de outros, que são diversas das nossas.
Vejo isso com certa frequência no site do Maurício Ricardo, www.charges.com.br, onde na seção "E-mails Comentados", ele sofre com uma chuva de respostas acidas contra seus argumentos, quando esses diferem do senso comum (que por sinal, não da audiência pra ninguém, e tampouco agrada #ironia). Mas ele se sai muito bem, diferente do caso comentado abaixo.
Eu costumava seguir o @pecesiqueira no twitter, mas perdi a paciência com o ciclo >>Comentário >> Critica >> Replica exaltada, e deixei de segui-lo. O PC comentava algo, motivo pelo qual ele ficou famoso, alguns intolerantes o criticavam, e ele se exaltava e tuitava over and over sobre a critica. Tenho consciência de que um seguidor a menos pra ele, não fara diferença nenhuma, assim como eu escrever sobre ele, o criticando por isso, ou sobre qualquer outra coisa sobre qualquer um. Mas hoje, é necessário, mais do que dar opinião sobre as coisas, aceitar as opiniões dos outros, saber filtrar quem não sabe, e opinar com precisão sobre o que se quiser opinar.
Mas essa não era a regra desde sempre?
PS.: Continuo gostando das opiniões do PC, e a cada dia minha admiração pelo MR aumenta, mas eles são somente dois exemplos dentro de tantos outros presentes.
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