terça-feira, 25 de outubro de 2011

Adaptação cultural baseada em força econômica.

Não se impressione se daqui alguns anos nos depararmos com adaptações do chinês para nosso cotidiano. Afinal, o principal reflexo do domínio econômico, que já foi dos franceses, passou pelos ingleses e hoje é, por enquanto, dos americanos, faz do Brasil que aceita e abriga a cultura e, por conseqüência, o idioma extrangeiro.Isso ocorre por sermos um país amigável e com grande resiliência, causada pelas dificuldades históricas encontradas pelo caminho.
Entendo que seja necessário nos adaptar a tudo isso, ainda mais nos dias de hoje, quando a informação não anda pelos olhos e ouvidos, mas corre. E ao conhecermos, ajustarmos e usarmos palavras de idiomas extrangeiros no nosso vocabulário, nos poupa tempo e possibilita dedicação e exercício de mais um traço também evidente de nossa cultura: a criatividade.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sintonia

Perdi o controle
Desde tempos remotos
Desde quando os terremotos varriam as motos da face da terra
A terra tera' avarias severas
serenos fascistas avaliam as perdas.

E AGORA?!?! NÃO CONSIGO TROCAR O CANAL!!!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sobretaxar para incentivar pesquisa e desenvolvimento?

ABSURDO!!!
O assunto eh o aumento do IPI para importados.
A desculpa eh alavancar a industria local (Mercosul e Mexico).
A mentira eh que isso vai favorecer pesquisa e desenvolvimento e "nacionalizar" empresas que somente importam.
A industria nacional tem perto de 60 anos de historia, e ainda precisa de incentivos para se firmar no mercado que ja eh dela? Se querem aumentar os recursos usados em pesquisa e desenvolvimento, por que nao reduzir a carga tributaria da industria nacional, e consequentemente, diminuindo o preco de carros inferiores (pelo menos em opcionais e acabamento) aos importados, que estavam vindo com muito mais atrativos.

Nao ha o que dizer. Revolta eh pouco.

http://migre.me/5K8qp
http://migre.me/5K8qY

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Felicidade e outras drogas!!!

Existe obrigação em ser feliz? Existe possibilidade de ser plenamente feliz?
Assistindo Dia do Sexo, Geladeiras Gigantes e Felicidade, do filosofo @pecesiqueira, onde ele questiona a obrigação/necessidade de ser feliz, filosofei bem acompanhado.
Ao se conhecer a realidade, ha possibilidade de sermos felizes em doses homeopáticas. Mas cabe a nos mesmos fazer o efeito dessa dose durar o máximo possível. Que fique claro que, ao frisar FELIZ, eu digo plenamente feliz, sem pensar em nada mais, a não ser na felicidade em si.
Não temos como voltar para a ignorância com a vontade de sermos felizes, se já somos sabedores da dura realidade. Mas se não a conhecemos, não parece ser possível saber que a realidade existe.
Quanto maior fazemos nosso mundo ser, ou ele se torna por o conhecermos, mais responsabilidade cai sobre nossas costas em se fazer a diferença, ou, se formos pessimistas, em crer que não ha possibilidade de se resolver todos os problemas encarados.
A liberdade, segundo os existencialistas, eh nosso destino e fardo, não havendo escolha sobre isso. Ao se saber disso, mesmo que não seja didaticamente, ou recebendo de outros, alcançar a felicidade torna-se um obstaculo quase intransponível. Mas dentro da mesma filosofia, deve-se chegar a conclusão de que você tem a liberdade de se fazer feliz, mas, cabendo ai uma das observações do PC, comparando a felicidade com um ingrediente da vida. Lutemos então para conseguir o ingrediente, mas não nos empanturremos dele, pois isso pode gerar um efeito "escalada das drogas", onde não se tem mais barato com pequenas doses de drogas fracas, e vai se escalando para drogas mais pesadas em maior quantidade.
Enfim, aproveite a felicidade que se tem, sem querer pensar em ter mais, pois isso só fara perceber que o que se tem pode não ser suficiente. Ou não!!!


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Silêncio

Um momento de silêncio
uma falha no milênio
por alguém que vai
ou por alguém por chegar.

Silêncio vazio
simbolizando o frio
ou uma pluma que cai
ou não há o que pensar

em um momento de paz
ou é a dor que o traz
ou a falta de noção
de por que sentir medo

a beira do precipício
ou de nos dois, o início
a espera de uma canção
ou em um dia bem cedo

O silêncio de um pensamento
mesmo que seja apenas um momento
um silêncio necessário
mesmo que fora de horário

Meu silêncio.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Opinioes erradas e A MINHA OPINIAO.

Vendo um vídeo do glorioso Mauro Cezar Pereira versus João Carlos Albuquerque, o Canalha, discutindo por divergirem de uma opinião controversa do Mauro sobra a sra. Presidenta, a discussão fugiu de controle e,... bem, vejam o vídeo: http://youtu.be/3f76RiHNEh0.

Vivemos hoje uma era de informação acessível, fazendo com que a opinião seja o produto principal da mídia. A sociedade atual admira pessoas com culhões para opinar sobre temas gerais, especialmente os polêmicos, dando assim audiência a tais pessoas.
Mas isso também gera um resultado adverso, um rejeito, quase toxico, que nada mais eh que a falta de tolerância quanto as opiniões de outros, que são diversas das nossas.
Vejo isso com certa frequência no site do Maurício Ricardo, www.charges.com.br, onde na seção "E-mails Comentados", ele sofre com uma chuva de respostas acidas contra seus argumentos, quando esses diferem do senso comum (que por sinal, não da audiência pra ninguém, e tampouco agrada #ironia). Mas ele se sai muito bem, diferente do caso comentado abaixo.
Eu costumava seguir o @pecesiqueira no twitter, mas perdi a paciência com o ciclo >>Comentário >> Critica >> Replica exaltada, e deixei de segui-lo. O PC comentava algo, motivo pelo qual ele ficou famoso, alguns intolerantes o criticavam, e ele se exaltava e tuitava over and over sobre a critica. Tenho consciência de que um seguidor a menos pra ele, não fara diferença nenhuma, assim como eu escrever sobre ele, o criticando por isso, ou sobre qualquer outra coisa sobre qualquer um. Mas hoje, é necessário, mais do que dar opinião sobre as coisas, aceitar as opiniões dos outros, saber filtrar quem não sabe, e opinar com precisão sobre o que se quiser opinar.

Mas essa não era a regra desde sempre?

PS.: Continuo gostando das opiniões do PC, e a cada dia minha admiração pelo MR aumenta, mas eles são somente dois exemplos dentro de tantos outros presentes.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Caminhos

"Olhe cada caminho com cuidado e atencao. Tente-o tantas vezes quantas julgar necessarias... Entao, faca a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta: possui esse caminho um coracao? Em caso afirmativo, o caminho eh bom. Caso contrario, esse caminho nao possui importancia alguma."
(Carlos Castaneda, Os ensinamentos de Dom Juan)

Um caminho nao pode ser fabricado, adaptado, dirigido ou melhorado. O caminho deve ser seguido, ou nao.
O que pode ser feito eh, sem hesitar, escolher como percorrer o caminho. So ou acompanhado, com bons pensamentos ou com pesar constante, com vontade ou com medo de se perder...
Comecar um novo caminho nao necessariamente nos obriga a deixar caminhos que percorremos a vida toda, mas exige de nos uma atencao triplicada a cada um dos caminhos que seguimos, e isso demanda energia e pode causar quedas ou perdas de rota.
Mas nada impede ninguem de recomecar o trajeto, ou ate de pausar um caminho que nao esta lhe sendo facil, mas para abandonar um caminho, nao basta estar cansado ou aborrecido com os obstaculos. So se deve abandonar o caminho quando se exaurir as tentativas de se seguir.
Eh muito facil dizer que nao se consegue, sem se realmente ter tentado todas as ferramentas.

Nao va pelo facil. Va pelo que voce quer de verdade, e se houver coracao, esse caminho sera recompensador.

sábado, 23 de julho de 2011

Respeito pelos ouvidos dos outros.

Eu curto Rock, ha muito tempo eh meu estilo de musica favorita.
Nao tenho nada contra quem gosta de outros estilos musicais, e nao me incomodo de ir na casa de alguem e la ouvir algo diferente do que eu estou habituado.
O que me revolta, de verdade, eh os outros nao respeitarem os nossos ouvidos!!! Vizinhos meus ouvem sertanejo em geral, sertanejo eletronico (como isso pode existir?), gauchesca, Amado Batista entre outros, no ultimo volume, praticamente na porta da minha casa!!!
Ate hoje, nao lembro de ter feito o mesmo com eles, pondo um Korn, ou ate EngHaw ou Kings of Leon no ultimo volume.
Nao sou como muitos, que criticam quem gosta dessas musicas, mas sou como todos que lamentam ter que ouvi-las, ou qualquer outro estilo, no ultimo volume.
Haja saco.
Bem, vou pro cinema, de qualquer forma.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Tempo...

Nao tenho tempo!!!
Nao falo mais isso, a nao ser que seja a mais pura verdade.
Eu tinha parado de ler, coisa que sempre gostei de fazer, e falava pra mim mesmo, que nao dava tempo. Mas analise, com um pouco de tempo, tudo que vc faz durante o dia, de atividade mesmo.
Analise o que voce deixa de fazer, para ficar pensando em o que fazer, ou simplesmente da aquela parada na frente da tv, sem assistir nada, somente olhando pro vazio. (Digo isso por vivenciar tal fato).
Eu quero comecar a programar atividades, incluindo um tempo pra nao fazer nada (pois tambem eh necessario), mas nao vou mais falar que nao tenho tempo, para ficar instantes (mtas vezes, longos) sem fazer nada, pensando no que deveria fazer ou gostaria.
Como dizem os mais experientes, VOU ARRUMAR ALGUMA COISA PRA FAZER!!!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Resolva seus problemas que eu resolvo os meus? Assim não!!!

Não entendo, por não tentar ou não conseguir, como podemos ter mais problemas tendo mais conhecimento. É uma máxima bem conhecida: “A ignorância é uma benção.”

Mas o conhecimento não deveria trazer mais ferramentas para corrigirmos nossas falhas, individuais e coletivas?

Fatos mostram que quase a totalidade das soluções brilhantes, são criadas/encontradas por quem tem um vasto conhecimento, e sempre buscam mais. Acidentes também geram descobertas, mas são exceção, todos sabem.

Ponderando, poderíamos concluir que, quando nos escondemos atrás do que já conhecemos, é por medo de que os outros aprendam algo com o que sabemos, e aperfeiçoem isso. Deixamos de lado a possibilidade de aprender com o outro, com exemplos de como agir ou ate como não agir, para resolver problemas.

Outra possibilidade de não nos manifestarmos tentando achar soluções é de acharmos que estamos acima daqueles que não veem a solução, que para nos, parece clara e indiscutível. Então não nos misturamos com seres inferiores.


Podemos então, sem duvida, buscar o melhor para nos e para todos, se simplesmente darmos nossa opinião para a solução de um problema, e não reclamarmos do problema existir, ou então, se não tivermos a solução, expor o problema para coletar possibilidade de soluções, e aprendermos com isso.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Leash

Leash...

como eh sentir o coracao quase parar?
como eh saber que nao ha lugar
mais claro e tranquilo que seu lar
como eh dificil ouvir alguem falar.

se nao fui feito para estar aqui
por que diabos foi que eu cai
se existia um rumo, eu me perdi.
ate meu sorriso eu esqueci

labirinto,
com portas para o nada
eu me sinto
morando na calcada
desespero
alguem vem me ajudar
eu espero
mas nada disso vai mudar

Ha algo que eu possa fazer?
alguem que eu precise deter
criar algum pequeno ser
que me deixe levantar e correr?

hoje isso tudo vai ter fim
esse vulto vai sair de perto de mim
hoje alguem vai me levar daqui
e nao vou pensar no que perdi

Livremente inspirada em

http://www.youtube.com/watch?v=jRGrNDV2mKc