Existe obrigação em ser feliz? Existe possibilidade de ser plenamente feliz?
Assistindo Dia do Sexo, Geladeiras Gigantes e Felicidade, do filosofo @pecesiqueira, onde ele questiona a obrigação/necessidade de ser feliz, filosofei bem acompanhado.
Ao se conhecer a realidade, ha possibilidade de sermos felizes em doses homeopáticas. Mas cabe a nos mesmos fazer o efeito dessa dose durar o máximo possível. Que fique claro que, ao frisar FELIZ, eu digo plenamente feliz, sem pensar em nada mais, a não ser na felicidade em si.
Não temos como voltar para a ignorância com a vontade de sermos felizes, se já somos sabedores da dura realidade. Mas se não a conhecemos, não parece ser possível saber que a realidade existe.
Quanto maior fazemos nosso mundo ser, ou ele se torna por o conhecermos, mais responsabilidade cai sobre nossas costas em se fazer a diferença, ou, se formos pessimistas, em crer que não ha possibilidade de se resolver todos os problemas encarados.
A liberdade, segundo os existencialistas, eh nosso destino e fardo, não havendo escolha sobre isso. Ao se saber disso, mesmo que não seja didaticamente, ou recebendo de outros, alcançar a felicidade torna-se um obstaculo quase intransponível. Mas dentro da mesma filosofia, deve-se chegar a conclusão de que você tem a liberdade de se fazer feliz, mas, cabendo ai uma das observações do PC, comparando a felicidade com um ingrediente da vida. Lutemos então para conseguir o ingrediente, mas não nos empanturremos dele, pois isso pode gerar um efeito "escalada das drogas", onde não se tem mais barato com pequenas doses de drogas fracas, e vai se escalando para drogas mais pesadas em maior quantidade.
Enfim, aproveite a felicidade que se tem, sem querer pensar em ter mais, pois isso só fara perceber que o que se tem pode não ser suficiente. Ou não!!!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Felicidade e outras drogas!!!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário